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Bom humor em plena segunda-feira.

Enviado por Redação em 14 de maio de 2012, às 17:00:30



Enjoy!

Pra quem está indo bem.

Enviado por Redação em 07 de maio de 2012, às 18:17:20

A galera comentou esse vídeo hoje, achei legal e resolvi postar pra vocês.




Google faz homenagem.

Enviado por Redação em 09 de abril de 2012, às 16:46:49

Com o intuito de provar que todas as patas de uma égua saem simultaneamente do chão durante um galope, o inventor Eadweard J. Muybridge criou a primeira geração de projetor de filmes.

 

"O zoopraxiscópio (projetor) consistia em um disco circular com uma sequência de imagens que quando gira dá a impressão de movimento.

 

O Google Doodle funciona da mesma maneira que o disco de Eadweard. Sequenciando doze frames, dá a impressão de movimento com o uso de JavaScript."

 

Para ver a homenagem click aqui.

Vire uma boneca em 10 minutos

Enviado por Redação em 02 de abril de 2012, às 17:51:08

 

Não recomendado para pessoas com problemas cardíacos.

 



É nessas horas que os filmes de Chuck não parecem mais tão assustadores.

 

O bom gosto da propaganda.

Enviado por Redação em 07 de novembro de 2011, às 15:22:18


Neste vídeo você vai aprender a receita certa para se fazer boa propaganda. Bom apetite!

 


 Vimeo

OBS: ao contrário do que muitos pensam, todo mundo pode ser um criativo. Boas ideias não partem apenas de profissionais da área de comunicação. Elas surgem de qualquer um que encare algum tipo de situação com outras perspectivas, ou seja, aquelas pessoas que buscam transformar situações ou coisas extremamente complicadas em algo simples e atraente.

 

 



Marcas aumentam verba para mídias sociais

Enviado por Redação em 20 de abril de 2011, às 17:37:00

Old Spice: marca mais empenhada nos ambientes digitais

Os investimentos em mídia social devem experimentar um salto expressivo este ano. Estudo realizado mundialmente pela Effie Worldwide e o Mashable aponta que 70% das grandes marcas pretendem ampliar a verba em ferramentas sociais em mais de 10%.

Segundo o site especializado, um grupo de executivos de agências ligados a anunciantes como Bank Of America, Colgate-Palmolive e Mini Cooper diz que o objetivo publicitário principal é focar investimentos no Facebook.

 

As previsões são otimistas: eles pretendem equiparar o montante investido nas mídias sociais (11,9%) com o que vai para a TV (13%). Se isso acontecer o salto será grande, pois, no ano passado, a TV recebeu verba de US$ 68,7 bilhões frente aos US$ 26 bilhões da internet.

 

Entre as marcas que mais trabalharam para se solidificar nos ambientes digitais estão Old Spice (escolhido por 15%), Pepsi (8%), Starbucks (7%) e Ford (6%).

 

A mesma enquete revela que 87% dos executivos consideram que a comunicação via redes sociais foi "importante" ou "muito importante" para atingir as metas anuais.

Fonte: Exame 

O e-mail marketing está com os dias contados?

Enviado por Redação em 06 de abril de 2011, às 18:41:59

E-mail marketing: empresas devem cuidar para não mandar mais do que um e-mail por semana para clientes

Algumas teorias põem em dúvida o prazo de vida do e-mail marketing. Será que ele vai acabar? Os dados de empresas especializadas no assunto como Virid e Dinamize desmentem as previsões e mostram um crescimento exponencial da ferramenta. Por ano, este tipo de ação de marketing cresce cerca de 150% e atinge os consumidores em estratégias de relacionamento e promoção.

As empresas investem cada vez mais em ações com esse formato, como nos casos da Wine e da Lopes, que trabalham desta forma para se aproximar de seus consumidores. As marcas destinam parte do faturamento à utilização da plataforma e não acreditam na sua extinção.Um dos motivos para o crescimento do e-mail marketing é o fato de que a maior parte da população está conectada por conta do barateamento da banda larga e do aumento do número de smartphones.

 

A previsão é que nos próximos três anos esta e outras ferramentas expandam ainda mais a presença na internet "É preciso acabar com a ideia de que para uma mídia existir, outra tem de sumir. O Google, o e-mail marketing, o chat corporativo, tudo isso vai crescer", diz Jonatas Abbott, diretor executivo da Dinamize.

Informal x Formal


De forma geral, uma empresa brasileira de médio porte que atua neste mercadoenvia cerca de 200 milhões de e-mails por mês. O número é alto, mas tem pouco destaque quando comparado a empresas norte-americanas que chegam a enviar oito bilhões. A ferramenta é utilizada pelas marcas de maneira pró-ativa, visando ampliar o relacionamento e fazendo promoções.

As teorias que envolvem o fim do e-mail marketing estão diretamente relacionadas às mídias sociais, que são mais informais e disseminam as informações com mais rapidez. Contudo, os especialistas afirmam que o e-mail tem características únicas e funciona com a identidade do consumidor na internet.

O principal uso é para trabalho e até para entrar em uma rede social é preciso dar seu endereço eletrônico para cadastro. "As marcas já descobriram que as pessoas não ficam no Facebook o tempo todo, mas a caixa postal está sempre aberta", afirma Jonatas.

 

O e-mail agrega valor às redes sociais que, por sua vez, aumentam o consumo de e-mail marketing. As ferramentas se somam e ampliam o número de contatos. "Tudo o que dizem está relacionado à conversa informal de e-mail. Estas sim perderão espaço para as redes sociais pela rapidez e informalidade. Na minha visão, é muito difícil o e-mail marketing acabar pelo potencial que representa para as empresas e por não encontrar outra ferramenta que o substitua", diz Walter Sabini Junior, CEO da Virid.

Outra característica marcante do e-mail marketing é o fato de ser uma forma de comunicação barata. O custo para enviar um milhão de e-mails é baixo e a eficiência grande. Esse também é um dos motivos para o crescimento. Já a má fama do e-mail marketing está atribuída ao mau uso feito por algumas empresas e aos spans. Quando bem trabalhado, o canal é relevante.

Porta a porta online

 

Um exemplo de marca que investe no setor é a Wine, que vende seus produtos exclusivamente pela internet e utiliza o e-mail marketing como ferramenta principal de relacionamento com o consumidor. A marca classifica a iniciativa como um "porta a porta online" que já conta com 35 mil endereços eletrônicos cadastrados. "Das pessoas que recebem o e-mail, 70% compram no site. A taxa de conversão media é de 6% e em dezembro chegou a 20%", diz Aloisio Sotero, diretor de marketing da Wine.

Outro exemplo são os sites de compras coletivas que investem fortemente nesta ferramenta. Os consumidores se interessam em receber as promoções, mesmo que não comprem. A classe C, por exemplo, vê no e-mail marketing uma forma de acompanhar as novidades de maneira cômoda. Este segmento pode ficar seis meses sem comprar, mas se mantém informado sobre preço e produto.

"Nem todos os sites de compras coletivas é que não vão durar muito. Há 10 anos, os sites de leilão eram febres e hoje não temos nenhum. Nem o Mercado Livre pode ser considerado um deles, é de compras", afirma Marcelo Sant'Iago, consultor da VIRID Interatividade Digital.

 

Cuidados para não errar

 

A Lopes também investe na ferramenta e não acredita na extinção do e-mail marketing. A decisão de utilizar o e-mail marketing ocorreu por ser um canal rápido de comunicação com os clientes para garantir que ficassem sabendo sobre o início da venda de um produto. "Também queríamos enriquecer o relacionamento e esta ferramenta cobre a deficiência de comunicação, já que o consumidor pode retornar o e-mail com alguma dúvida", diz Arthur Sindoni, gerente executivo de gestão de clientes e gestão de processos de negócios da Lopes.

 

O retorno em vendas é positivo. Cerca de 6% do faturamento é gerado a partir do e-mail marketing. Mas é preciso certas precauções para não prestar um desserviço. A empresa toma o cuidado em não mandar mais do que um e-mail por semana para os clientes. "São cerca de três milhões por mês, sendo que cada endereço recebe apenas dois durante o período", diz Sindoni.

 

 

 

 

Facebook lança espaço dedicado aos publicitários

Enviado por Redação em 30 de março de 2011, às 16:16:04

Facebook Studio: intenção é de integrar criativos para ajudá-los a pensar em campanhas diferenciadas dentro da rede

No próximo mês, o Facebook coloca no ar uma página voltada ao universo publicitário, na intenção de integrar os criativos para ajudá-los a desenvolver campanhas diferenciadas dentro da rede social.

O Facebook Studio foi pensado porque, de acordo com a recém-contratada gerente de marketing do site, Jennifer Kattula, uma das maiores reclamações acerca do Facebook é que ele possui praticamente um formato único de propaganda, que não permite som ou vídeo, além de ter um tamanho muito pequeno.

 

Executivos de diversas agências foram até o escritório do Facebook na Califórnia para discutir com o diretor de engenharia do site, Andrew ‘Boz' Bosworth, o que poderia ser feito. Segundo ele, a ideia é fazer com que novas campanhas surjam até o natal, pois é a época em que a maioria dos usuários estará voltada ao assunto.

 

Com a página, os criativos poderão exibir e compartilhar ideias com outros colegas de profissão para, como definiu Bosworth, fazer com que as campanhas sejam mais do que um apanhado de números. O Facebook espera que a iniciativa faça com que as marcas valorizem ainda mais o recurso que transforma pessoas em seus "fãs" e as ajudará a conquistá-los com mais facilidade.

 

As informações são do More About Advertising

 


Fonte: Exame.com

Você vai cuidar do perfil da empresa. E agora?

Enviado por Redação em 18 de março de 2011, às 18:14:42

É comum encontrarmos textos na internet explicando como funcionam asmídias sociaise as regras que devemos seguir para fazer parte delas. Mas você já parou para pensar no conteúdo que vai gerar se divulgar nestes espaços? Certamente a resposta será sim, porém surge a dúvida: como fazê-lo?

Em muitos perfis corporativos vemos apenas promoções relacionadas aos produtos e serviços oferecidos pela empresa, ou a atuação de um SAC on-line.

A primeira coisa a fazer quando se cria um perfil corporativo em qualquersitede rede social – Twitter, Facebook, Orkut, YouTube, etc.- é entender o seu público. Se a empresa tiver alguma pesquisa de públicos, a resgate e se debruce sobre ela. Caso não tenha esse aliado, procure fazer você mesmo a pesquisa. Converse com os diretores e com os funcionários que possuem mais tempo de casa; pesquise nos principais buscadores e nas mídias sociais o que está sendo falado sobre a sua empresa e sobre o mercado de atuação dela.

Após entender o seu público, estude como a concorrência está se posicionando no espaçoon-line. Faça um comparativo entre as marcas levando em conta a frequência de atualizações, geração de conteúdo próprio, conteúdo sugerido de outros sites, interação, linguagem utilizada e parcerias.

Gere conteúdo próprio, mostre que você temexpertise. Crie umblogcorporativo e explore este canal com informações sobre a empresa, seus lançamentos e esclarecimentos; façapromoçõese concursos culturais com os seus leitores; integre oblogcom as mídias sociais; inclua oblogna sua estratégia delinkspatrocinados; faça um levantamento de blogueiros e formadores de opinião que podem vir a serem seus parceiros na divulgação de conteúdos.

Divulgue informações exclusivas sobre a empresa nas redes e indique conteúdos interessantes de outras fontes de informação.

Dialogue sempre. Talvez você não vá receber bom dia dos seus seguidores na primeira semana que estiver nasmídias sociais, mas com o tempo eles verão que a marca se faz presente e começarão a interagir. Por isso, dêFollow Friday(#FF) no Twitter todas às sextas-feiras, curta fotos e assuntos que achar relevante no Facebook e interaja nos fóruns da marca no Orkut. Mostre que a empresa é madura o suficiente para receber críticas e que tem opinião própria.

Responda publicamente as dúvidas e reclamações. Não adianta mandar respostas por mensagens privadas, tampouco apagar as reclamações publicadas no mural da empresa no Facebook, nas comunidades do Orkut ou em forma de comentário noblog. Se o consumidor estiver extremamente insatisfeito com a marca ele vai fazer com que, de alguma forma, os amigos dele saibam do seu problema e estebuzznegativo é ainda pior. A transparência deve vir sempre em primeiro lugar.

Peça sugestões de assuntos para os amigos da marca nas mídias sociais e responda aos comentários deles sobre suas publicações.

Esteja sempre atualizado sobre as novas tecnologias e a linguagem voltada para aWeb. Leia livros,blogs,sitesde notícias, participe de palestras e converse com outros profissionais da área de socialmediasobre os mais variados assuntos que estejam relacionados com conteúdo digital.

Um bom conteúdo é fruto de muita pesquisa, estudo e diálogo. Se você mostrar que a marca realmente entende do assunto que se propõe, certamente irá ganhar mais relevância nas buscas orgânicas e será indicado como fonte de informação.

De: Daniela Machado / Promoview

Via: PDV News 
 

O último ano do Twitter?

Enviado por Redação em 14 de fevereiro de 2011, às 17:26:36

Uma das páginas mais retuitadas e linkadas desta segunda-feira foi sem dúvida o artigo escrito pelo editor Alexandre Matias publicado no blog Impressão Digital, dentro do Estadão.com.br

O artigo aborda as especulações que dão conta de que o Google e/ou o Facebook estão prestes a conseguir comprar o Twitter...

Segue o artigo na íntegra:

Google Facebook Twitter

Tweets, trending topics, retweets, seguidores, hashtags, unfollow, #FF, @username... Toda essa terminologia já era conhecida de um punhado de usuários do Twitter antes da explosão da rede social, em 2009. Em 2010, o mundo inteiro abraçou o site - até mesmo o Brasil, tradicionalmente acostumado a uma vida digital paralela à do planeta, entrou na rede em grande estilo, emplacando vários termos e hits nacionais para o resto do mundo. Mas se em 2010, o Twitter indicava ter embalado num crescimento que parecia não ter volta, 2011, no entanto, dá sinais que pode ser o último ano da rede social do passarinho azul. Ou pelo menos como a conhecemos.

 

O Twitter já vinha dando sinais de desgaste no fim do ano passado, quando o tráfego de dados na rede caiu drasticamente em outubro, segundo o site Alexa. Especula-se que a queda só não foi maior pois a rede social foi traduzida para novos idiomas e começou a agregar usuários em países em que ainda não estava presente. A queda de audiência poderia estar ligada à nova interface do site, que estreou no segundo semestre do ano passado e desagradou muitos de seus cadastrados.

 

A crise política no Egito também ajudou o Twitter a ganhar uma sobrevida e pareceu repetir o feito de 2009, quando o site foi crucial nas eleições presidenciais do Irã. Como disse o comediante norte-americano John Stewart à época: "Não foi o Twitter que salvou o Irã. Foi o Irã quem salvou o Twitter". Não é exagero dizer o mesmo do Egito em relação ao site. Só que o momento é exatamente oposto: em 2009, a rede social ainda não tinha vivido seu grande momento popular.

 

O principal aviso de que, provavelmente, o passarinho do Twitter pode estar com seus dias contados veio na quinta-feira da semana passada, quando o jornal Wall Street Journal publicou que os executivos da rede social estariam conversando tanto com o Google quanto com o Facebook para tentar vender o site - e teriam ouvido ofertas que pagariam entre US$ 8 e 10 bilhões pelo serviço.

 

Uma vez comprado - seja por quem for -, uma coisa é certa: o Twitter vai mudar. E, pelo histórico dos dois possíveis compradores, pode até acabar. Mas isso ainda é terreno de especulação.

 

Mas um número citado pelo jornal chama atenção - o de que a rede, hoje com mais de 150 milhões de usuários, teria sido avaliada em US$ 4,5 bilhões em dezembro. Em menos de dois meses seu preço dobrou? E se lembrarmos que, nesta mesma semana, o blog Huffington Post foi vendido à America Online por mais de US$ 300 milhões, não duvide que estamos às vésperas de uma nova bolha digital, como a de 1999.

 

A coluna Impressão Digital, do editor do Link Alexandre Matias, é publicada todos os domingos, no Caderno 2 do Estadão.

 

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