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O IPI terminou, mas ainda há muito que comemorar.

Enviado por Redação em 01 de abril de 2010, às 11:23:20

Foi bom enquanto durou. Março terminou e com ele a redução do IPI. Mas nem tudo é tristeza pois, apesar do fim do desconto, você ainda pode comprar o seu carro com um preço especial, pois as concessionárias vão manter os descontos, mesmo que o IPI seja repassado aos preços de tabela.

Os lojistas também tem o que comemorar: antes de o mês terminar, as vendas em todo o país já haviam alcançado o número recorde de 322,4 mil veículos novos. Ao todo, o saldo deve ficar pouco abaixo de 350 mil unidades, volume que dificilmente será repetido nos próximos meses.

O recorde anterior de vendas, incluindo caminhões e ônibus, era de setembro de 2009, com 308,7 mil unidades. Das vendas até o dia 30 de março, 95% são de automóveis e comerciais leves. No acumulado do trimestre, a soma chega a 756,6 mil unidades, 108 mil a mais do que no mesmo período de 2009.

A Autobraz também tem excelentes condições para quem quer comprar um carro novo, com os descontos e preços antigos. Corra e garanta já o seu, pois o estoque é limitado.

 

Como mensurar a imagem da sua empresa nas redes sociais?

Enviado por Redação em 30 de março de 2010, às 17:20:01

Blog, Orkut, Youtube, Facebook, Twitter, Linkedin são palavras que compõem o universo das mídias sociais e já fazem parte da vida de todos nós. Essas ferramentas oferecem a seus usuários a possibilidade de se conectar com amigos, firmar contatos profissionais e, por que não, aproximar totais desconhecidos para compartilhar informações, trocar experiências e descobrir afinidades.

Trata-se de uma verdadeira febre online que tem despertado a atenção das empresas. Além de demarcar terreno nas redes sociais, as companhias buscam saber sobre o que falam dela nesses ambientes. No entanto, muitos empresários ainda têm dúvidas quando o assunto é a relevância dessas redes de relacionamento como meio de comunicação para os negócios e neste ponto as certezas cedem espaço para interrogações. Afinal, como medir a imagem de uma empresa nas redes sociais. É possível mensurar esse tipo de informação?

Nem sempre, porém, esses valores absolutos podem ser relacionados diretamente ao impacto desejado aos negócios. Não foi criada ainda uma fórmula mágica ou selo de garantia que comprove a eficácia de uma iniciativa ou outra nas mídias sociais. Para obter respostas e saber se a sua empresa está atingindo o retorno desejado na rede, antes de observar os números que validam e qualificam o retorno das páginas de relacionamento, é necessário fazer as perguntas certas. A primeira delas e a mais fundamental: qual é o seu objetivo? Vender mais? Conquistar novos clientes? Ganhar fama? Divulgar a sua marca?

Mensuração qualitativa deve prevalecer
O desafio está, portanto, em avaliar o retorno das páginas de relacionamento para fins comerciais. Como em qualquer plano de negócio que se preze, é necessário ter clareza das metas que se pretende atingir com as atividades na Internet. O passo seguinte é entender que uma coisa é gerar o chamado buzz (barulho), outra bem diferente é ele ser revertido em favor dos seus negócios. Trocando em miúdos, quantidade não é sinônimo de qualidade. E é aí que o bom senso deve prevalecer. A dificuldade em mensurar o impacto nas redes sociais é tentar entender e quantificar o intangível: o sentimento das pessoas que estão do outro lado da tela.

Medir corretamente o "sucesso" nas mídias sociais pode se transformar em uma grande arma para o crescimento da empresa, tanto no mundo virtual quanto no real. A missão não é simples, mas o uso de algumas ferramentas gratuitas de medição, aliadas ao entendimento dos seus objetivos e metas de negócios podem ajudar a cumprir a tarefa:

Credibilidade:
no caso de blogs corporativos, vale registrar o endereço em motores de busca especiais de mídia social para ver o resultado em um ranking para termos específicos. O Technorati, por exemplo, serve como ferramenta para monitorar a pontuação da página. Basicamente, ela mede o número de diferentes blogs que fizeram link para a página em um período de seis meses, a quantidade de fãs e a classificação do seu blog. Tenha em mente que é necessário combinar estes números com alguma pesquisa qualitativa, respondendo a perguntas como: Quais blogs estão ligados ao meu? Eles são os blogs que seu público-alvo lê e respeita? Leitores se identificam com o blogger como "alguém que é como eu"?

Além do Technorati, ferramentas de busca verticais como Google Blog Search e Feedster, entre outras, acompanham a movimentação na web em tempo real a partir da indexação de conteúdos gerados pelos consumidores. Estes motores de busca muitas vezes permitem que você assine um feed dos seus resultados de pesquisa e colete os resultados diários, o que facilita a análise e avaliação do que está ou não funcionando na sua estratégia.

Dar para receber:
no mundo das mídias sociais, vale a velha máxima. Não valorize tanto os números, mas sim o perfil do público com o qual está se relacionando nas redes sociais. Dados comportamentais são um verdadeiro tesouro para quem fornece produtos e/ou serviços.

Ferramentas como o Delicious monitoram o número de links que levam ao seu blog, tags e notas. Através desses medidores é possível ver quantas pessoas marcaram o conteúdo, quando o fizeram, e os comentários que foram publicados. Os botões Add This Social Bookmarking também fornecem estatísticas sobre quantas vezes o seu conteúdo é marcado por ferramenta, podendo inclusive configurá-los de acordo com seus focos.

A partir dos resultados nos buscadores, é possível descobrir uma boa amostragem do que está sendo comentado sobre a sua empresa fora do seu próprio ambiente online. Há menções sobre a sua marca em outras comunidades, blogs e demais redes sociais? O que está sendo comentado? Esta é a chave para saber "quem" acompanha suas ações na internet e "o quê" eles buscam.

Microblog como ferramenta competitiva:
vedete do momento, mais e mais empresas estão monitorando as conversas dos microbloggers no Twitter para pegar os relatórios de reclamações e/ou comentários positivos. Cada vez mais a tendência é responder a tweets sobre a empresa, seja lá qual for o motivo. Para saber o que está sendo comentado no Twitter sobre a sua marca, produtos e outros temas corporativos de interesse vale conectar os termos de pesquisa no mecanismo de busca do Twitter e monitorar os resultados. Só assim você saberá o que está sendo mencionado sobre a empresa e se são comentários pertinentes ou não.

É tudo uma questão de sentimento:
de nada vale a presença online da empresa, se o público-alvo não participa ativamente deste relacionamento. Um dos velhos padrões de medição do sucesso de um site eram os page views, mas isso é inadequado quando tratamos de mídias sociais. Nelas a palavra de ordem é avaliar como os usuários estão interagindo com as páginas da empresa. Veja quantas pessoas estão fazendo o seguinte: deixam rapidamente a página x, permanecem por um bom tempo navegando; registram seus comentários; tagging; indicam e fazem marcações para a página; blogam sobre a empresa e/ou retuitando seus assuntos; geram links para a empresa.

Afinal, de que adianta um grande número de cliques diários no blog, um monte de rostinhos nos grupos e comunidades da empresa e milhares de seguidores no Twitter se não há participação ativa desse público? Todas as pessoas gostam de se sentir percebidas e no ambiente online não é diferente. "Conversar" é razão de ser das redes sociais.

*Luiz Alberto Ferla, administrador e engenheiro pós-graduado em planejamento estratégico, é CEO Talk Interactive - de relacionamento digital.

via administradores.com.br

Recrutamento pelas redes sociais com custo zero

Enviado por Redação em 29 de março de 2010, às 18:31:25

Um estudo divulgado pela companhia americana Jobvite, especializada em recrutamento online, mostrou que muitas empresas já adotaram como rotina a busca por candidatos nas redes sociais.

Até aí, nada de novo. Mas, de acordo com o levantamento, 95% das empresas consultadas na pesquisa afirmam utilizar o Linkedin na busca por talentos.

Aqui no Brasil, faz pouco tempo que o Linkedin começou a despertar a atenção dos departamentos de recursos humanos, que já utilizavam outras fontes como Facebook e Twitter, uma estratégia que certamente veio para ficar.

Isso acontece porque por meio das redes sociais quebramos a barreira das distâncias entre candidatos e empresa e ampliamos a possibilidade de atrair cada vez mais pessoas, de diferentes lugares e culturas, com custo praticamente zero.

Além disso, os recrutadores têm acesso imediato a uma série de informações acerca dos candidatos. São dados que facilitam a identificação do melhor perfil e fortalecem a comunicação entre empresa e profissionais no mercado.

Tudo isso acaba agilizando o processo de recrutamento e seleção. Faz com que a empresa tenha uma maior assertividade na contratação de um profissional.

No entanto, um equívoco bastante comum cometido por recrutadores e caçadores de talentos é querer acionar as redes sociais como quem lança ao mar uma rede de pesca.

Tal prática resulta em desperdício de recursos e, em especial, de tempo, pois se analisa uma avalanche de currículos de pessoas que nada têm do perfil que se busca.

Ou seja, acionar a rede social certa é como pescar com arpão: direto ao ponto, direto à pessoa mais próxima possível do perfil desejado.

É por isso que antes de iniciar uma busca por candidatos, o contratante tem de ter em mente onde ele está.

Por exemplo, o recrutamento de candidatos para uma agência de comunicação pede uma divulgação mais informal, já que muito provavelmente esse profissional estará no Facebook, Orkut e principalmente no Twitter.

Já no Linkedin, as empresas procuram currículos mais densos e estruturados, evidenciando uma cuidadosa gestão de carreira e resultados obtidos em cargos anteriores e alguma vivência internacional.

Facebook e Orkut são identificadas neste meio como redes mais pessoais. Nelas encontramos informações que vão além do âmbito profissional. E essas informações são igualmente úteis.

Às vezes, as pessoas se revelam diferentes da imagem que querem demonstrar através dos currículos. As comunidades às quais pertencem, o que escrevem, as fotos que expõem revelam mais delas do que algumas dinâmicas de grupo.

No entanto, as redes sociais não devem ser utilizadas como único recurso de recrutamento e seleção.

A melhor forma de utilizá-las é como um recurso complementar do processo, sendo mais uma fonte de informação e atração de candidatos.

De toda maneira, elas não podem de forma alguma ser ignoradas, pois fazem parte dessa geração de talentos que desejamos atrair.

Devemos ainda ficar atentos ao tipo de cargo que estamos selecionando, pois nem todos os perfis profissionais estão inseridos nas redes.

via Webinsider

O consumo e a classe D

Enviado por Redação em 16 de março de 2010, às 15:18:23

Depois de todas as atenções voltadas para a classe C, chega a hora da classe D. Com R$ 381 bilhões para gastar em 2010 e expectativa de que a massa de renda ultrapasse a da classe B ainda este ano, é na D que o mercado encontra novos consumidores. Com o perfil de consumo diferente de todas as outras classes sociais, já que não pode arriscar e precisa fazer o orçamento render, as famílias da base da pirâmide aparecem como um desafio para o mercado, mas podem ser uma grande oportunidade para as empresas que conseguirem entendê-las.

Com uma cesta de produtos ainda reduzida, se comparada ao consumo das outras classes, esses consumidores estão em ascensão. O número de categorias consumidas passou de 21, em 2002, para 34, em 2009, segundo o estudo Tendências da Maioria, realizado pelo Datafolha/Data Popular. Entre os produtos que entraram para a lista de compras recentemente estão suco pronto, massa instantânea, detergente líquido, molho de tomate, creme de cabelo e amaciante de roupa. Esse número tende a crescer e não se limita ao consumo de massa.

Em 2010, estes consumidores pretendem adquirir computador, geladeira, moto, carro e viagens de avião. O segredo para vender para eles está em desvendar as diferenças e características desta classe, que muitas vezes se assemelham às da classe C. Saem na frente as marcas que apoiarem este consumidor no momento em que ele ingressa no mercado de consumo.

"O consumidor de classe D está sendo apresentado agora ao universo das marcas. Aquelas que souberem ensiná-lo que marca não é apenas status, mas que funciona como avalista de qualidade de um produto, tendem a ter a fidelidade desse público", aponta Renato Meirelles, Sócio-diretor do Data Popular, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Venda deve ser assistida

Marcas que usem embalagem ou material de comunicação para orientar estes consumidores estão no caminho certo. A venda deve ser assistida, o que faz com que o papel do autoserviço seja menor na classe D, que prefere comprar em feira livre, no varejo tradicional ou com um vendedor porta a porta, para que receba explicações sobre a melhor maneira de usar o produto.

As categorias que pretendem conquistar o consumidor da base da pirâmide devem investir em embalagens e quantidades de menor desembolso, que deixem o consumidor seguro para arriscar e experimentar novos produtos. Já aquelas que estão consolidadas e são de presença contínua no dia a dia podem apostar em embalagens tamanho família, que tendem a ser mais econômicas.

Para as marcas de consumo de massa, a classe D é o segmento em que as chances de faturamento são maiores. "É um mercado muito grande, o que para os bens de consumo de massa é fundamental. Tem muito mais gente na classe D do que na A e na B", conta Meirelles (foto). Atualmente, são 71,3 milhões de pessoas que recebem até três salários mínimos. Até novembro de 2009, 30% da classe D havia migrado para a C, enquanto 55% mantiveram a mesma posição e apenas 15% caiu para a E. "O que a classe C for crescer virá da classe D, eles são os emergentes dos emergentes", explica Meirelles.

Mulheres respondem por 43% do orçamento
Programas como o Bolsa Família são algum dos responsáveis por impulsionar o consumo entre essas famílias. Outro fator importante é o aumento do salário mínimo. O último reajuste, por exemplo, colocou R$ 27 bilhões na economia. Serviços educacionais, produtos de higiene e beleza e itens de informática são interesses que se destacam por serem vistos como um meio para aumentar o orçamento familiar.

De acordo com a pesquisa do Datafolha/ Data Popular, 25% dos entrevistados pretendem matricular seus filhos em escolas particulares. Atualmente, das 5,5 milhões de crianças de até 14 anos que estudam em colégios privados, 19,1% pertencem à classe D. Já o computador aparece como um dos principais bens a serem consumidos este ano, com 33% das intenções de compras. A beleza também é vista como um investimento para se destacar no mercado de trabalho.

Isso inclui as mulheres, que já chefiam 32% das famílias de classe D e respondem por 43% do total de rendimento. "A beleza é importante, pois elas tendem a ganhar mais dinheiro quando se apresentam melhor. A busca pela vaidade está relacionada ao resgate da autoestima, mas também é um investimento para se dar melhor no mercado de trabalho", explica o Sócio-diretor do Data Popular.

Investir na classe D pensando no futuro
Na hora de se comunicar com este consumidor, a televisão ainda é o principal canal, mas não se pode negar o crescimento da penetração da internet neste grupo. "Este consumidor ainda é medroso para a compra on-line e o cartão de crédito é algo recente, mas a internet como fonte de pesquisa de preço já é um fato", acredita Meirelles.

Com a consolidação da classe C e a ascensão da D, encontrar a forma ideal para se comunicar com este consumidor é o caminho para o sucesso das marcas que toparem o desafio. "Quem foi pioneiro olhando para a classe C olhe para a classe D. Eles são mais jovens e farão parte do mercado consumidor por mais tempo. Investir no futuro é investir na classe D, seja porque ela migrará para a classe C, ou porque tem mais a conquistar, já que a cesta de produtos é menor. As marcas que entenderem essa oportunidade têm grande chance de serem líderes de mercado no futuro", aconselha do Sócio-diretor do Data Popular.



via Mundo do Marketing

 


O consumo e as mulheres

Enviado por Redação em 15 de março de 2010, às 18:29:45

Hoje, 15 de março, é comemorado o Dia Internacional do Consumidor.

 

Aproveitando a ocasião, você sabia que a internet se tornou a maior fonte para decisão de compra das mulheres brasileiras?

Se antigamente pesquisar antes de comprar significava bater perna por aí, hoje a realidade dessa parcela do público é bem diferente: elas passam mais tempo no PC do que na TV e usam a web para pesquisar características de produtos e preços.

De acordo com pesquisas realizadas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010, a internet já é a principal mídia usada pelo público feminino no Brasil - ultrapassando até mesmo a TV, já que nesse período elas passaram cerca de 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo televisão. Entre os favoritos dos navegadores femininos estão sites de livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos. Para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados; 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.

A web também é usada para pesquisas de preços - 70% das mulheres procuram em sites de busca de preço as melhores oportunidades para economizar na hora de adquirir produtos.

Amigo de verdade quer sempre o melhor pra gente.

Enviado por Redação em 10 de março de 2010, às 16:14:22



Pensando nisso, a Faculdade Maurício de Nassau volta a lançar a campanha "AMIGOS", na qual os alunos que indicam outras pessoas para estudar na instituição recebem descontos em suas mensalidades.

 

 

Pra ficar ainda melhor, quem ainda não é aluno também pode participar. Basta fazer a matrícula, indicar os amigos e pronto, já está participando automaticamente da campanha.

 

 

E não para por aí: a Nassau também oferece vantagens para empresas, oferecendo descontos para colaboradores e dependentes diretos.

 

Escolha.

Enviado por Redação em 09 de fevereiro de 2010, às 20:15:02


O mundo da web 2.0 é feito cada vez mais por pessoas que escolhem onde, quando e como consomem suas mídias favoritas. A figura da pessoa passiva, que espera o comercial acabar para voltar a ver a novela, está entrando em extinção.

O sucesso de acessos às rádios virtuais, podcasts e sites de vídeos demonstram o quão exigente e ávido por velocidade anda o usuário moderno dos meios de comunicação. Qualquer site que não resolva sua demanda com até três cliques é automaticamente riscado da sua lista (de favoritos).

E não satisfeito em poder escolher o que lê, ouve ou assiste, agora o consumidor também quer escolher o que anunciam para ele.

Testes realizados por um grupo de marcas nada modestas como Publicis Groupe, Microsoft, Yahoo, CBS e Hulu descobriram que o "seletor de anúncios", formato que permite a quem assiste a um vídeo online escolher um entre três anúncios de diversas empresas, teve mais votos que os outros formatos, como o "pre-roll", que o usuário tem que ver antes de assistir a um clipe on-line.

E mais: constataram que usuários têm mais probabilidade de ver e recordar um anúncio que optam por assistir do que outro que são forçados a ver. "Ter que escolher um anúncio envolve mais o consumidor", diz Beth Uyenco, diretora mundial de pesquisas do grupo de soluções para publicidade e publicação da Microsoft.

Ou seja, sua marca agora não compete apenas com outras do mesmo segmento. A concorrência se expandiu para o seu segmento ter que ser mais sedutor que os outros.

O que a sua marca está fazendo para enfrentar isso?

As novas apostas para a publicidade

Enviado por Redação em 03 de fevereiro de 2010, às 15:56:54

2009 foi um ano marcado por novidades no mercado publicitário brasileiro; nunca a interatividade esteve tão presente na nossa realidade, através das mais diferentes ferramentas: Orkut, Youtube, Facebook, além do grande boom do ano, o Twitter. Houve quem pela primeira vez experimentou a Realidade Aumentada (R.A.), como fez a agência CUBOCC para a Elma Chips, em que cada pacote de Doritos trazia no verso um código de R.A. que, ao ser ativado no site da marca pela webcam, liberava um monstrinho em 3D - o Doritos Lover.
A convergência de mídias se afirma cada vez mais como "fórmula do sucesso".
A seguir, uma lista de apostas do que está por vir.

 

1 - Redes Sociais
Não há como negar, elas estão com tudo. Trabalhar Twitter, Orkut, Myspace ou Facebook como canal de comunicação no lançamento de promoções ou concursos, por exemplo, já faz parte da realidade da propaganda brasileira. Entre as vantagens das redes sociais estão a proximidade maior entre marca e consumidor, além de permitir direcionar informação para determinados nichos e a mensuração de resultados. É uma nova forma de propaganda boca-a-boca, só que muito mais ágil, entre milhares de pessoas. Além disso, as redes sociais são as maiores geradoras de conteúdo online, com 66 milhões de usuários, dos quais 86% as acessam pelo menos uma vez por semana e 34% diariamente.

 

2 - Realidade Aumentada/ Cross-Mídia
A interatividade e a curiosidade gerada pela experiência de sobrepor o virtual à realidade fazem da R.A outro meio forte de atrair a atenção do público para um produto ou marca. Já a utilização de vários canais de comunicação, o cross-mídia, é importante por oferecer uma integração entre o mundo online e offline, aumentando consideravelmente a abrangência de determinada ação ou campanha.

 

3 - Mobile Marketing
Cada vez mais a web está ligada ao mobile. Com o aumento do número de smartphones, da internet WI-FI e da tecnologia 3G, é uma questão de tempo até que o uso da internet pelo celular seja maior do que através do computador, fazendo do mobile marketing uma tendência importante e interessante a ser seguida.

 

Entender e criar valores

Enviado por Redação em 20 de janeiro de 2010, às 18:32:37

Numa época em que o relacionamento empresa x cliente é tratado com mais atenção - e cuidado - do que nunca, adotar uma estratégia de segmentação e seleção do mercado-alvo parece ser a saída mais sensata para quem quer ser bem sucedido no seu ramo de atuação.

 

Segmentar é fundamental para entender melhor as necessidades e anseios de cada perfil de cliente, a forma (linha de comunicação/ canal) de abordagem mais adequada, além de ajustar benefícios, vantagens e descontos de acordo com cada perfil. Selecionar onde (quais segmentos/ mercado-alvo) atuar, por sua vez, é essencial para que a empresa possa priorizar esforços de seu pessoal, verba de marketing e desenvolvimento de novos produtos, no esforço de conquistar definitivamente esse cliente - não como venda, como se estivesse oferecendo um produto de prateleira, e sim, através do encantamento.

Foi-se o tempo em que esforço de marketing era somente uma consequência do tipo de produto. Também não existe mais espaço para que a área de marketing seja vista simplesmente como uma área de apoio na estratégia de vendas da empresa, como se vender fosse o mais importante a qualquer preço, sem se preocupar com o que está sendo vendido ao cliente e, consequentemente, com o impacto que essa "má venda" terá na fidelização deste cliente. Adotando essa filosofia, a empresa perde oportunidades de trabalhar todo um ciclo de vida do cliente.

De nada adianta entender as necessidades de nosso cliente se não nos dedicamos a criar valor para este. Uma vez identificada suas necessidades e anseios, estamos ajustando o produto para atender? Estamos respeitando os canais de relacionamento que cada perfil/ target julga ser o mais adequado ou ignoramos essa importante informação, tratando todos de forma massificada?

A aplicação correta e eficaz da estratégia segmentação/ seleção/ geração de valor, implica em uma série de dificuldades:

1. Disponibilidade das informações necessárias
Entender e segmentar a base de clientes significa conhecer um pouco mais sobre esse público. Informações que vão de dados geográficos (região, CEP, etc.), demográficos (sexo, idade, estado civil, etc.), de atitude e relacionamento com o produto/ empresa (uso, percepção de marca, benefícios valorizados, etc.), influem diretamente no sucesso do trabalho desenvolvido. Na maioria dos casos essas informações encontram-se desorganizadas e em diferentes sistemas da empresa.

2. Conhecimento técnico
Todo e qualquer processo de segmentação, a seleção do público-alvo e geração de valor para o cliente exige formações específicas e ao mesmo tempo complementares. É preciso tratar e formatar diversas bases de dados para depois converter essas informações, identificando diferentes nichos de mercado que façam sentido para o negócio da empresa. Toda essa gama de informação precisa ficar acessível aos demais setores - assim fica possível otimizar a seleção de targets adequados para a organização "atingir" e delinear a forma de abordagem, fazer customizações de benefícios, formas e canais de atendimento, além de linhas de comunicação para esses segmentos, gerando valor e formatando uma estratégia de fidelização/ encantamento que potencializam a médio e longo prazo a rentabilidade desses clientes.

3. Alinhamento Político
Geralmente o trabalho de gerar valor para esses clientes passa pelo convencimento de diversas áreas da organização: a equipe de produtos precisa concordar com a adequação de benefícios/ vantagens que são valorizadas por esses clientes, o pessoal de canais muitas vezes precisa ajustar prioridades. seja no telemarketing ou no ambiente web para atender aos anseios do target, o pessoal do financeiro (e de vendas) muitas vezes tem que "abrir mão" de uma forma antiga de pensar, de vender a qualquer preço, focando no faturamento a curto prazo, etc., sem contar com uma certa birra que começa a surgir nas organizações dentro da própria área de marketing: equipes de publicidade x equipes de CRM. Aqui, vale um item específico - o próximo e último da nossa lista:

4. A manutenção de mensagens únicas na construção da marca (função básica da publicidade) x comunicações segmentadas e conteúdo relevante a cada target (CRM)

 

Esse é o desafio atual das áreas de marketing de qualquer organização, e implica em uma série de questões:

 

1. Equipes de CRM e Publicidade possuem formações distintas e, no geral, crenças diferentes.
2. O mundo atual (o mundo da convergência das mídias) frente ao que está acostumada a propaganda tradicional (99% TV e 100% exposição) é um pouco complexo. Já para aqueles que acreditam plenamente na eficácia do CRM, o uso de canais digitais e dirigidos, como internet e móbile, além da busca constante pelo engajamento cliente/ empresa na construção em conjunto da comunicação, parece ser o único caminho possível. Um mundo em que palavras como interatividade, conectividade, mobilidade e participação são imperativas.
3. O grande desafio é fazer com que essas áreas conversem e pensem juntas em "como passar uma mensagem única ao cliente", segmentando o discurso, mas sem perder o foco - nem os valores da mensagem institucional - e entendam o papel que cada uma tem para a organização moderna.

 

 

Photoshop? Não, obrigado.

Enviado por Redação em 11 de janeiro de 2010, às 17:59:44

Enquanto o mundo discute o uso do famoso programinha de manipulação de imagens, a AlmapBBDO inova e mostra que sim - pasmem - é possível fazer um anúncio impresso nos dias de hoje sem uso de Photoshop. Como? É o que mostra o making of a seguir, com o processo de execução de um anúncio para a campanha de verão da Havaianas.

E aí, alguém arrisca uma tentativa?
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