newsletter

Cadastre-se para receber nossos informativos.

Consumo consciente ganha cada vez mais espaço

Enviado por Redação em 22 de novembro de 2010, às 18:00:34

Hélio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente

A sustentabilidade dará origem a novos negócios. A mudança no comportamento do consumidor e das empresas diante deste cenário faz com que Hélio Mattar (foto), diretor-presidente doInstituto Akatu, comente sobre a consciência e as atitudes que as pessoas tomam para preservar o meio ambiente e fortalecer a causa sustentável.

É comum encontrar depoimentos de pessoas que dizem fazer ações sustentáveis. Porém, pesquisas do Akatu mostram que há uma diferença entre o que os consumidores dizem e o que eles realmente fazem. Neste sentido, será cada vez mais importante perceber atitudes voltadas para o coletivo e não apenas para o pessoal, provenientes de consumidores de todas as classes sociais. A boa notícia é que as crianças de hoje já estão sendo educadas nas escolas a preservar os recursos naturais e terem atitudes sustentáveis naturalmente.

 

Além das escolas e dos pequenos, a mídia é a grande responsável pela educação dos consumidores da baixa renda. Basta que uma empresa tenha uma ação sustentável publicada em um veículo de massa para que as pessoas reconheçam-na como uma companhia engajada com a causa e tomem conhecimento das práticas que podem ser realizadas. Leia abaixo a entrevista que Mattar concedeu ao site.

Qual a evolução que você viu nesses nove anos de atuação do Instituto Akatu no Brasil, com relação à sustentabilidade principalmente com o foco no consumidor, que é o foco de vocês?

 

Hélio Mattar - Como você bem coloca o consumidor é o nosso foco. Assim como mudar o patamar de consciência do consumidor quanto aos impactos do ato de consumo. Seja a compra, o uso ou o desgaste dos produtos ou dos serviços. Essa é a nossa missão. Fazer com que ele incorpore a consciência dos impactos na sua decisão de consumo. Estamos convencidos de que o consumo é um instrumento muito importante para a sustentabilidade se os consumidores se convencerem de que eles têm o poder da decisão de consumo nas mãos.

 

Este é o poder de transformação da sociedade e do meio ambiente. Quando fizemos a nossa primeira pesquisa para procurar identificar a consciência do consumidor brasileiro, há sete anos, a conclusão foi interessante. A primeira foi que os brasileiros não se diferenciam em questões sociais, ambientais e econômicas. Nem mesmo individuais em termos de valores. O brasileiro valoriza a questão do meio ambiente seja na classe A, B, C ou D. Não há uma grande diferença.

 

A consciência é a mesma. Mas e a atitude?

 

Hélio Mattar -Fomos buscar onde se poderia segmentar o consumidor e identificar a consciência. O consumidor efetivamente se diferencia nas atitudes do cotidiano e existem quatro tipos de comportamento que estatisticamente identificamos. O primeiro é o comportamento de economia porque tem um impacto imediato, de curto prazo, para o próprio indivíduo. Fechar a torneira da água e apagar a luz são coisas que ele vai receber o beneficio rapidamente.

 

Esse comportamento é comum para 75% da população brasileira. O segundo é o de planejamento, utilizado para a compra de alimentos e de roupas por 45 % da população. O comportamento de compra sustentável é o terceiro e surge com força na compra de produtos orgânicos e os feitos com material reciclado. O primeiro comportamento é mais básico, o segundo é intermediário e o mais avançado. O terceiro e o quarto, que andam muito juntos, reúnem cerca de 30% da população brasileira.

 

Conforme sai de um comportamento de impacto, de curto prazo, individual, em direção ao de longo prazo e mais coletivo, diminui a quantidade de consumidores que dizem ter esse comportamento cotidianamente. O consumidor consciente é aquele que está mais próximo de ter comportamentos de consumo de longo prazo e voltado para a coletividade.

 

O que efetivamente o consumidor faz e o que ele diz que faz?

 

Hélio Mattar -Ninguém consegue responder efetivamente o que ele faz. As pesquisas que fazemos são de opinião, de interação. Entramos na casa até que o proprietário fique à vontade e haja com naturalidade. Apenas 5% da população é chamada de consciente e é possível até que eles não tenham todos aqueles comportamentos. Dos 13 comportamentos que medem a consciência de consumo, eles devem fazer 11.

 

Aproximadamente 28% dos brasileiros fazem de oito a 10. De 11 a 13, são 33% da população. Isso quer dizer que se os pesquisados dissessem que fazem tudo, não qualificaria o resultado do estudo. Além disso, a pessoa que diz que faz, mesmo que não faça na verdade, indica que ela tem consciência sobre a questão. Ela sabe que deveria fazer mesmo que não esteja fazendo.

 

E a questão de atitude? As crianças já são educadas para isso na escola hoje em dia. O que você acha que vai acontecer e em quanto tempo teremos uma mudança de consciência com atitude, como outros países desenvolvidos com relação a esse tema?

 

Hélio Mattar -A visão do Akatu é que isso é um composto de vários esforços. O que o Brasil tem de diferenciação em relação aos outros países mais desenvolvidos - e também em relação aos emergentes -, é que a mídia brasileira é extremamente ativa. Quando comparamos, por exemplo, dos 5% da população consciente, 57% deles são das classes C e D. Eles estão nesse nível alto porque a mídia vem falando isso e eles estão sendo educados por ela. No Brasil, de 15 anos para cá, a educação ambiental fala sobre impacto ambiental. Portanto, as crianças estão ajudando os pais e é uma educação de baixo para cima.

 

Você falou que a mídia vem tendo um papel importante. E as empresas?

 

Hélio Mattar -São três papéis fundamentais. O primeiro é o da mídia, o segundo das crianças e o terceiro das empresas. Que empresas? Aquelas que têm preocupação com a sustentabilidade e que começam a apontar nos seus produtos alguns atributos. O consumidor brasileiro entende direito o que quer dizer a palavra sustentabilidade, mas ele sabe o que é porque está sendo educado pela mídia, pelas crianças e pelas empresas, que falam na sustentabilidade associando a algum tipo de impacto que ela deixa de ter, seja pela quantidade de carbono emitido ou porque usa produtos orgânicos. Se falar em meio ambiente o consumidor entende.

 

Existe um aspecto social importante na decisão do consumidor quando ele decide comprar de uma empresa em função de atributos sociais. Pesquisas do Akatu indicam que a primeira coisa que o consumidor brasileiro mais se preocupa quanto a responsabilidade social da empresa é como ela trata os funcionários. Dos 11 principais itens de 60 práticas de responsabilidade, 10 eram com relação aos funcionários e uma em relação à água.

 

Você falou dos três pilares: criança, mídia e empresa. Na criança é muito perceptível essa mudança na educação. E nas empresas? Você acha que as companhias brasileiras e multinacionais estão tendo um papel satisfatório?

 

Hélio Mattar -As empresas que tem um papel satisfatório formam um número muito pequeno. E são sempre as mesmas citadas pela mídia. Se pudessemos falar em dezenas, centenas, milhares, milhões de empresas, eu diria que existem dois aspectos para as empresas trabalharem com sustentabilidade. Os princípios e valores éticos e a gestão com valores éticos e princípios incorporados ao dia a dia. E são poucas que estão nas casas decimais.

 

De fato, a ação das empresas ainda é muito limitada, mas o varejo tem um papel fundamental nessa relação e é novo no Brasil, com entrada há cerca de dois anos. OWalmart fazparceria com a indústria para desenvolver uma série de produtos com característica sustentável e acaba obrigando o consumidor a mudar. A indústria e o varejo são mais responsáveis pela mudança do consumidor do que o contrário.


Isso pode acontecer num futuro quando as crianças tiverem potencial de consumo?

 

Hélio Mattar -Há dois anos, para 51% dos brasileiros o papel da grande empresa não é apenas produzir, pagar impostos e gerar emprego. Mas sim contribuir ativamente para o desenvolvimento da sociedade. Quando você pergunta para o consumidor se ele busca informações sobre as empresas que têm responsabilidade socioambiental, 30% dizem buscar. Mais importante do que isso é que, em uma pesquisa antiga, embora só 7% tenham lido um relatório social de empresas, 75% deles mudaram de opinião para melhor e 72% passaram a falar bem da empresas para os amigos e familiares. O impacto do conhecimento é muito grande.

 

Falando de pesquisa, quando perguntado se comprariam produtos sustentáveis, a maioria dos consumidores diz que sim. Quanto ele pagaria a mais?

 

Hélio Mattar -A nossa pesquisa mostrou que 37% pagaria mais por um produto com esta carcterística. Fizemos varias faixas de preços e a primeira conclusão é de que não varia o percentual dos que estão dispostos a pagar a mais com relação a variações de R$0,10 a R$ 150,00. Segundo a indicação, as pessoas pagariam até 25% a mais. Certamente vai variar por produto.

 

Se somar 25% a mais em um produto de mil reais, provavelmente as pessoas não vão estar dispostas a pagar. O importante é que elas começam a fazer escolhas em função de algum atributo de sustentabilidade. Como o selo Procel, que faz diferença mesmo tendo que pagar um pouco mais.

 

O Akatu faz diversas parcerias com empresas. Você poderia citar algum?

 

Hélio Mattar -Nós trabalhamos com o Walmart para o ponto de venda com as mensagens nos tablóides para conscientizar seus consumidores para o consumo consciente. Além disso, estamos no grande projeto de capacitação do Walmart com 3.200 pessoas como multiplicadores do consumo consciente. Desenvolvemos uma metodologia que levaram para 80 mil funcionários no Brasil. O Programa Pessoal de Sustentabilidade (PPS) é voluntário e conta com oito áreas em que o funcionário pode escolher e definir um programa e uma meta. No Brasil, 82% dos funcionários estão no PPS contra 21% nos EUA. Aqui foi feito uma capacitação e passou a haver uma valorização da questão da sustentabilidade que faz o funcionário perceber que não está fazendo pela empresa, mas sim por ele, pela sua família, pela sociedade, pelo mundo todo.

*Com reportagem de Bruno Mello
Fonte: Portal Exame 

Vaidade masculina movimenta o mercado de cosméticos

Enviado por Redação em 15 de outubro de 2010, às 15:52:11

Já se foi o tempo em que as mulheres cuidavam de sua beleza enquanto os homens eram desleixados. A vaidade masculina liberta de preconceitos e as marcas de cosméticos de olho nas oportunidades fazem com que o número de produtos voltados ao público masculino ganhe cada vez mias importância nos negócios do segmento, inclusive aqui no Brasil. O país já tradicional quando o assunto é vaidade, ocupa a segunda posição do ranking feito pela Euromonitor de cosméticos para homens, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

homens cosmético
O país, com participação de 9% no mercado mundial, representa 50% do faturamento total da América Latina em 2009, que foi de US$ 4,7 bilhões, segundo dados da instituição. Estudos prevêem ainda um crescimento de 10% ao ano na produção desse tipo de produto por ano. Mundialmente, o mercado de cosméticos para homens movimentou cerca de US$ 26,7 bilhões em 2009, com projeção para, em 2012, alcançar US$ 28,6 bilhões.

 

Para conseguir os resultados almejados, empresas como O Boticario, Neutrox e Mahogany investem não só em novos aromas e itens que vão além do pós-barba, mas também em estudos que detectam as necessidades desse público, produtos que priorizem praticidade e estratégias que atraiam os que ainda temem o preconceito.

Entendendo esse consumidor

Além de diferenças físicas e biológicas, homens e mulheres são consumidores muito diferentes e as marcas devem estar atentas a isso. Embora seja mais difícil atingir o consumidor masculino, depois que esse público é atraído e conquistado, ele se torna mais fiel que as mulheres. "Se um homem gosta de um produto ele se torna mais fiel à marca do que a mulher, até porque elas têm muito mais opções", acredita Telmo Campos, gerente de marketing da Mahogany, em entrevista.

 

Por esse motivo a marca tem investido cada vez mais em linhas com vários produtos que contenham uma mesma fragrância. "Antes as mulheres escolhiam os produtos para os filhos e maridos. Hoje eles gostam de testar e sentir como fica na pele. Por isso se ele gosta de um aroma ele tende a comprar mais produtos que ofereçam resultados parecidos", afirma o executivo da marca que tem na sua linha For Men 25% dos negócios da empresa.

 

Outra grande preocupação das marcas é a embalagem que devem se apresentar muito diferentes para homens do que para as mulheres. "Formas mais retilíneas devem ser utilizadas para contrastar com as arredondadas, que predominam nos cosméticos femininos", afirma Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da Associação Brasileira de Cosmetologia ao site. "Homens não gostam de potes e sim de tubos. As cores também são importantes, para o homem deve se trabalhar o preto, o prata e o azul", completa o executivo.

 

Fonte: Portal Exame

 



Geração Z: quem são os consumidores do futuro?

Enviado por Redação em 11 de outubro de 2010, às 14:20:14

geracaoz



Muito já se falou sobre a geração Y. Agora chegou a vez da Z. Formado por crianças e adolescentes - futuros consumidores- esse grupo já desenha algumas tendências que devem despertar a atenção do mercado. Mantendo algumas características dos jovens da Y, a Z aparece cada vez mais preocupada com a sustentabilidade e disposta a não pagar por produtos e serviços que podem ser encontrados gratuitamente na internet. O conceito de gerações, antes muito utilizado pela área de recursos humanos, ganha importância também no mercado. Mesmo não sendo possível rotular pessoas apenas de acordo com a sua faixa etária, a definição pode facilitar o conhecimento e o desenvolvimento da estratégia das empresas. Semelhantes à Y, a Geração Z também é inquieta, menos fiel às marcas e acostumada a fazer tarefas múltiplas. A diferença, no entanto, é que a nova geração tem todas as características de forma mais acentuada, pois se desenvolveu junto com os avanços tecnológicos mais recentes.

 

"A geração Z já nasceu com o joystick, o controle remoto e o celular no berço, enquanto a Y viu isso acontecer. Se a Y quer as coisas rápidas, a Z muito mais, ela não sabe o que é o mundo sem tecnologia", aponta Paulo Carramenha, diretor presidente da GFK CR Brasil, em entrevista.

 

Consumidor menos previsível
Em relação à idade, a geração Y é formada por jovens de 20 a 30 anos e a Z por crianças e adolescentes de até 17 anos, enquanto a X é composta por adultos de 30 a 45 anos. Em sua maioria, a X nasceu após acontecimentos como a chegada do homem à lua e viu surgir o videocassete e o computador pessoal, mas passou por um momento de instabilidade financeira, o que não aconteceu com os jovens da Y, muito mais inseridos no mercado de consumo. A Y, além de ter se desenvolvido numa época de prosperidade econômica, também testemunhou grandes avanços tecnológicos, como a internet, o que fez com que crescessem estimulados por atividades e realizando tarefas múltiplas. As características, entretanto, não são suficientes para definir um grupo de pessoas, que sofrem diversas influências sociais, culturais e econômicas que acabam por refletir no comportamento.

 

"Cada vez mais fica claro que o consumidor é menos previsível do que era no passado. Estamos tentando entender o tempo todo o que mudou. Antes de serem de gerações diferentes, esses consumidores são também pessoas, com necessidades, expectativas e valores que vão além da idade ou do ano de nascimento", diz Carramenha.

Jovens não querem pagar por conteúdo
Cabe ao marketing, então, selecionar segmentos de pessoas que tenham um comportamento de consumo semelhante. "As gerações estão ficando cada vez mais próximas. Se eu falar da X, por exemplo, sempre existiu um pé atrás em relação à compra pela internet. Mas com o desenvolvimento do serviço, hoje essas pessoas estão mais confiantes na hora de comprar", explica Ana Barbieri, Professora do curso "Cultura Jovem: as gerações X, Y e Z", do CIC ESPM- Centro de Inovação e Criatividade, em entrevista.


Fonte: Portal Exame

 

 

A Autobraz Caicó se faz presente nos principais eventos do Seridó

Enviado por Redação em 30 de julho de 2010, às 18:35:28

A Autobraz Caicó está sempre presente nos principais eventos que acontecem na região do Seridó. Hoje a Autobraz, com apenas 2 anos no mercado de Caicó, detém a incrível marca de 40% na venda de veículos novos na região.



Todo esse sucesso é fruto de uma empresa nova com pessoas jovens que estão seguindo as tendências do mercado atual. A Autobraz Caicó trabalha com as ferramentas do CRM de vendas e pós-vendas, com o Programa de Preservação do Meio Ambiente, um site atualizado e interativo e investimentos em mídia.

E o mais importante de tudo isso é o bom atendimento e a dedicação de todos os colaboradores que fazem da Autobraz Caicó uma empresa modelo.

 

IV Construir/RN começa hoje

Enviado por Redação em 14 de julho de 2010, às 18:46:51

De 14 a 18 de julho a OS Comunicação reúne grandes empresas e profissionais da construção civil no Centro de Convenções de Natal.

A IV Construir RN apresenta para um público altamente qualificado o que existe de mais moderno em produtos, serviços e soluções para atender ao exigente mercado da construção civil e sua demanda, com o objetivo de aproximar empreendedores e profissionais do setor.

Entre os expositores estão dois de nossos clientes: MCM Engenharia e Consultoria e Hebron. Eis alguns dos materiais que desenvolvemos para eles. Para ver mais, é só dar uma passadinha no Centro de Convenções.

Os impactos da Copa de 2014 no Marketing brasileiro

Enviado por Redação em 08 de julho de 2010, às 14:58:21

O Mundial da África do Sul ainda nem acabou, mas a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil já representa uma oportunidade para as marcas e para o país, que terão maior visibilidade global. O consumo aquecido e a expectativa de que a economia brasileira produza R$ 142 bilhões adicionais nos próximos quatro anos provam que o campeonato de futebol sediado no país movimentará a estratégia de Marketing de muitas empresas. Quais são os impactos socieconômicos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil?

Que desafios serão enfrentados pelo Marketing brasileiro até a realização do mundial? Como garantir os efeitos positivos do evento no país e minimizar os negativos? Quais são as oportunidades e iniciativas para potencializar os benefícios do campeonato para a sociedade, marcas e consumidores?

Essas são algumas das questões avaliadas no estudo Brasil Sustentável - Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, realizado pela Ernst & Young. José Carlos Pinto, Sócio da Consultoria Ernst & Young, fala em entrevista sobre as oportunidades encontradas pelos profissionais de Marketing e pelo mercado brasileiro até o mundial de 2014.

 

O que motivou esta edição do Estudo Brasil sustentável e como avaliar os resultados apresentados?
Esse estudo está inserido no programa Brasil Sustentável. A ideia é pensar no país em um horizonte de longo prazo. Desde o ano passado, tomamos a decisão de que um desses estudos deveria estar focado na Copa do Mundo, tendo em vista a percepção de que os impactos seriam bastante substanciais. Fizemos uma avaliação que vai muito além dos investimentos diretos, como construção e reforma de estádios e infraestrutura básica, como aeroportos, rodovias e urbanização de cidades.

 

Apuramos também quais são os impactos indiretos desses investimentos. Avaliamos a cadeia de produção para mensurar o efeito desses investimentos na cadeia produtiva como um todo e, consequentemente, no consumo. O resultado disso tudo deu um número importante para a economia como um todo: a injeção na economia de R$ 142 bilhões, evidentemente com escalas diferenciadas nos diversos setores.

Quais são esses impactos socioeconômicos?
Do ponto de vista de impactos econômicos, temos a oportunidade de receber tanto capital nacional da iniciativa privada, como de investimentos internacionais, que só ocorrerão em decorrência da organização da Copa do Mundo. São investimentos diretos que, de fato, gerarão legados, como estádios, aeroportos, rodovias e urbanização das cidades-sede. Iniciativas que serão aceleradas ou feitas em uma intensidade maior em função do mundial.

 

Do ponto de vista social, é a oportunidade de gerar um volume de empregos bastante representativo, o equivalente a 3,6 milhões de empregos por ano. Isso insere na economia formal e no mercado de trabalho um conjunto de profissionais que não tinham qualificação ou oportunidade de capacitação.

Como estes impactos podem influenciar a estratégia de Marketing das empresas patrocinadoras?
Segundo o estudo, o principal investimento é de mídia, previsto em torno de R$ 6,5 bilhões. Levamos em consideração análises de Copas anteriores, principalmente a da Alemanha e a da África, que ainda está produzindo efeito e não tivemos todos os dados disponíveis. Já observamos nesta Copa de 2010 que as empresas brasileiras são patrocinadoras da FIFA e não apenas da CBF. A cota de patrocínio está aumentando e o nível de publicidade é crescente em comparação às Copas anteriores.

 

As empresas brasileiras, de uma forma geral, aproveitarão para fazer um investimento relevante voltado para a Copa do Mundo, que é o evento que mais atrai a atenção global. As marcas que precisam aparecer do ponto de vista global utilizarão esse canal para investir diretamente na Copa ou indiretamente em outras possibilidades.

Como o Marketing poderá contribuir para a imagem da marca "Brasil" internacionalmente?
Existe algo que chamamos de "atmosfera da Copa" e isso deve ser capitalizado desde já, não só no país, como em cada município que receberá os jogos. Há um grande comitê organizador e diversos outros em cada uma das 12 cidades sedes, em nível municipal e até estadual.

 

Nossa recomendação é que os comitês locais iniciem desde já a definição de seus planos de Marketing. Serão necessárias ações que consigam comunicar, mostrar e fortalecer a imagem do local, como festas e manifestações regionais e culturais.Como vender a imagem da cidade e da região e como capitalizar em torno disso.Isso será responsável por promover o turismo, por exemplo.

E quais os desafios para as marcas?
Os investimentos devem estar muito mais concentrados no período de 2014, mas as empresas devem iniciar estudos sobre como investir, criar produtos e ações de Marketing desde já. Existem muitas restrições para vincular a marca à Copa do Mundo, mas muito pode ser feito. Esse é o grande desafio.

Quais são os segmentos que serão mais beneficiados com a Copa?
Sem dúvida a construção civil. Em alimentos e bebidas há empresas que querem expor sua marca mundialmente, como a Seara fez neste último mundial. Há também uma demanda por prestação de serviços especializados que só existem por causa da Copa. Consultorias, empresas especializadas e organizações internacionais estão se instalando no Brasil exclusivamente para a prestação de serviços com foco em grandes eventos esportivos.

 

Não podemos esquecer do turismo de uma forma geral. A hotelaria terá um impacto muito grande, hotéis receberão investimento e serão ampliados. Além disso, o Brasil receberá um International Broadcast Center (espaço para transmissão de rádio e televisão de um determinado evento), o que consome milhões em investimentos. Cada cidade sede também terá um centro de mídia e milhares de profissionais do exterior virão trabalhar no mundial.

Que oportunidades a Copa oferece para as marcas nacionais?
Vinculando a marca a esse tipo de evento, as empresas brasileiras terão um nível de exposição nacional alto, porque estamos falando de 12 cidades que são bastante representativas, da paixão brasileira pelo futebol e do aumento da demanda por consumo. Há um conjunto de potenciais benefícios. Alguns deles geram aumento imediato de receita, enquanto outros melhoram o posicionamento da marca, seja nacionalmente, como também internacionalmente.

 

O Brasil vive um momento relativamente recente de construção de organizações globais. Grandes companhias brasileiras querem se internacionalizar. Quando vincula a marca à imagem de um país que não é muito sólida, o esforço é maior para que ela se torne importante no cenário global. A Copa no Brasil é uma oportunidade de dar visibilidade global às marcas, como aconteceu com alguns produtos da Ambev e com a Seara na Copa da África do Sul. Se as empresas aproveitarem os benefícios desse investimento, o retorno será garantido.

Qual será o perfil dos consumidores nesta Copa?
O consumo já começa a existir e toda cadeia será afetada. No período da realização do evento, temos a expectativa de que cerca de 3,3 milhões de ingressos serão vendidos. O público que assistirá aos jogos já é um número bastante significativo. Mas tem o fator multiplicador. Muita gente não vem, necessariamente, para ver as partidas. Há os acompanhantes, os prestadores de serviços e toda movimentação local. Na Copa da Alemanha, por exemplo, foram três milhões de ingressos vendidos para os jogos e 18 milhões de pessoas participando de eventos como o FIFA Fan Fest. Isso tem um efeito de atração de pessoas e, consequentemente, de consumo significativo.

Como coibir ações de guerrilha?
O estudo não cobriu especificamente este assunto, mas é um tema de grande preocupação. A FIFA é extremamente atuante e preventiva em coibir esse tipo de ação, junto com a CBF. Desde o início, há uma preocupação em evitar que esses problemas ocorram e não simplesmente cobrar uma indenização depois. Existem regras preventivas que ainda estão em fase de ajuste e farão parte das garantias governamentais brasileiras, desde questões tributárias e alfandegárias, até em relação à propriedade da marca. Com a criatividade do brasileiro, certamente os problemas acontecerão, mas temos que ter um batalhão de choque para coibir rapidamente e fazer valer a força da lei. Para isso, temos instrumentos legais.

Quando a Copa 2014 deve começar para o Marketing no Brasil?
A minha recomendação é de que comece desde já, dosando investimentos e planejando de forma adequada. Com o conceito de "atmosfera da Copa" e a criatividade do profissional brasileiro, há oportunidades para que o Marketing brasileiro pegue carona e comece a planejar, identificando ações efetivas e fazendo investimentos adequados. Evidentemente, os maiores investimentos serão concentrados em 2014, mas existe um conjunto significativo de eventos que acontecerão até 2014, como a Copa das Confederações. O foco do mundo estará voltado para o Brasil no que se refere a futebol e à Copa do Mundo nos próximos quatro anos. Podemos esperar até 2014 para fazer barulho, ou começar desde já.

Via Mundo do Marketing

 

Seu potencial cliente é diferente. E suas estratégias?

Enviado por Redação em 12 de maio de 2010, às 11:23:49

O Marketing segmentado no Brasil é muito recente na história desta ciência, que tem registros de nascimento na década de 1950, nos Estados Unidos. Os produtos e a comunicação sempre foram, e continuam sendo, demasiadamente massificados. Temos duas razões para isso. A primeira é que a grande maioria da indústria e dos serviços ainda não percebeu o ganho que teria se olhasse cada consumidor como um indivíduo único, com necessidades e desejos diferentes. Em segundo está a falsa crença de que é muito mais barato atingir milhões de potenciais compradores pelas mídias de massa, principalmente pela TV.

Somente agora, na virada para o século XXI, que empresas como Nestlé e Kraft e varejistas como Pão de Açúcar e Carrefour passaram a olhar as particularidades do Brasil com lupa. Note que estamos falando de empresas multinacionais. São as grandes que mandam quando o assunto é Marketing e comunicação massificados. Aqui, por mais básico que seja, gostaria de fazer um parênteses porque ainda há quem faça confusão. E isso não pode mais acontecer. É rápido: Marketing é o que se faz para vender, o que inclui os famosos Produto, Preço, Praça e Promoção. Não confunda Marketing com Comunicação, que é uma parte da Promoção. Marketing, como já falamos aqui, é holístico.

Voltando... As empresas brasileiras, infelizmente, não estão incluídas pelo simples fato de termos apenas uma grande companhia de bens de consumo nacional, a Hypermarcas. Serviços? Temos grandes com atuação pelos quatro cantos do país, como a Oi. O que temos em nossa nação é uma característica singular. As pessoas e seus hábitos de consumo mudam radicalmente de região para região, como se fosse um outro país. O sudeste é totalmente diferente do nordeste, o norte não tem nada a ver com o sul e, mais: São Paulo é totalmente diferente do Rio, e mais ainda, os bairros destas cidades são completamente diferentes um do outro. Basta olhar para as pessoas: o seu vizinho não é bem diferente de você?

Para cada um, um modelo diferente
É por isso que hoje temos o Dia%, mercado de vizinhança do Carrefour, e os Extra Fácil e Extra Super, do Pão de Açúcar, para atender os consumidores que compram com mais frequência e em menor quantidade, e os produtos da Kraft sendo vendidos em embalagens com menos conteúdo para baixar o preço e caber no bolso de consumidores do nordeste que não têm as mesmas rendas dos grandes centros quando falamos de cesta única de compra. A empresa que fabrica o Trakinas foi além e criou uma divisão no nordeste para atender o consumidor das classes C, D e E, que, juntos, são muito maiores que a AB.

Estamos falando de um contingente de nada menos do que 165,7 milhões de pessoas. Segundo o estudo "Tendências da Maioria", do Datafolha/ Data Popular, só na classe D, o movimento de renda é de R$ 381 bilhões, maior que os R$ 329 bi da classe B e muito maior que os R$ 216 bilhões da classe A. De agora em diante, eles comprarão suco pronto, massa instantânea, detergente líquido, molho de tomate, creme para cabelo e amaciante de roupa. E o que você vende para essas pessoas?

Essas que são as pessoas diferentes, que compram de forma igualmente diversa. Por isso, a Nestlé criou o Nestlé Até Você, elaborando seus canais de distribuição e sendo ela mesma distribuidora de seus produtos, mas não de maneira convencional, afinal, tudo que não podemos fazer neste momento é pensar no padrão. Por isso, a empresa suíça se reinventou e criou o Nestlé Até Você em 2006 e hoje tem penetração em 98% dos lares do Brasil.

Um caso de sucesso

O projeto é um programa para revendedores de produtos de nutrição, saúde e bem-estar da marca. A estratégia é fazer com que os revendedores ofereçam estes produtos para os vizinhos da comunidade que representam a base da pirâmide. É o famoso porta a porta, venda direta igual Avon e Natura. O programa abrange os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Paraíba, Pará, Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará, Bahia, Alagoas e Brasília e deve chegar a 150 mil revendedores. Para criar o projeto, a Nestlé desenvolveu um estudo em todo o Brasil. Para isso, os diretores da marca passaram alguns dias nas casas das consumidoras acompanhando o dia a dia delas durante cerca de um ano de pesquisa.

O Marketing e a comunicação do Nestlé Até Você são feitos exclusivamente pelas próprias revendedoras. Elas têm acesso a folhetos e também a um carrinho feito para circular pelas comunidades e armazenar os produtos. Quando o assunto é comunicação, este é o caminho. Bem diferente do que fazem Casas Bahia e Magazine Luiza, capazes de investirem dezenas de milhões de reais, para não dizer centenas, anunciando em lugares onde sequer têm lojas. Este é o maior exemplo, pelo lado inverso, de nosso segundo ponto de discussão, a comunicação.

Quando entramos no mundo da publicidade vemos caminhões de dinheiro sendo jogados em lixões. Veja que contradição, além de anunciar num mercado onde não se tem loja. Hoje, as classes A e B estão na internet e a televisão é um meio em que predominam as classes C, D e E. Mas, embora haja um equilíbrio de anunciantes, ainda vemos muitos anúncios cujo produto somente pode ser comprado pelos mais abastados. Um exemplo matador: carro. Todo intervalo comercial tem pelo menos um anúncio de carro. A maioria é de carrão ou um de média categoria moderninho. Populares são poucos. E quem vê TV? Justamente o consumidor que pode comprar apenas carro popular, quando pode.

A grande questão da segmentação é o trabalho que ela dá. Infelizmente, ainda há profissionais de Marketing, e principalmente publicitários, que não gostam de trabalhar muito. Poucos vão além do feijão com o arroz. Da famosa mídia da mãe. É por isso que muita empresa deixou de existir na virada do século. O mercado mudou, o consumidor mudou, mas nem todos que vendem mudaram. Será que não está na hora?



Via Mundo do Marketing

 

Publicidade prefere a internet às revistas impressas

Enviado por Redação em 26 de abril de 2010, às 11:41:15

Na semana passada, a Zenith Opitmedia divulgou dados revelando que a internet já ultrapassa as revistas impressas, reunindo mais de 12% de toda a verba de publicidade investida em 2009 - cerca de US$ 55 bilhões. As revistas caíram para o quarto lugar entre os meios de comunicação, atraindo pouco mais de 10% do orçamento total.

Flávio Luizetto, Gerente de Operações da WEBTraffic, empresa especializada em marketing on-line e uma das líderes de mercado no segmento de SEM (Search Engine Marketing), vê o gasto do consumidor como fator decisivo neste contexto. "A internet não tem custo de aquisição. O conteúdo é aberto a todos, basta haver interesse", comenta.

Do lado do anunciante, Luizetto cita a liberdade quanto ao conteúdo: "A web dá autonomia para o anunciante. Ele pode alterar a informação ou a veiculação de acordo com o resultado que está tendo, real time. A revista, uma vez publicada, só oferece possibilidade de mudanças na próxima edição", afirma.

Flávio explica que as mídias sociais permitem uma segmentação de público bem mais profunda. "A internet, com as redes sociais, permite a 'segmentação da segmentação'. Trabalhamos com nichos de mercado muito mais focados. A segmentação não tem custo, tem base no planejamento - se ele é assertivo ou não. Na revista, quanto mais segmentada for sua ação, mais cara ela será", acrescenta.

Como exemplo, o Gerente de Operações cita as ações de vanguarda da WEBTraffic para a Suzano Papel e Celulose, que foi uma das primeiras empresas a realizar este tipo de relacionamento com o público. "Trabalhamos ações em Orkut e Facebook, além de blogs, possibilitando que a empresa se posicione como uma indústria altamente preocupada com o meio ambiente e com o usuário final", relata.

Seguindo esta tendência, o Twitter acaba de anunciar que, pela primeira vez, vai permitir a veiculação de propaganda no site. Serão mensagens não tradicionais, "que reflitam o estilo dos usuários" e façam parte das conversas no site.

via Consumidor Moderno

 

O futuro do marketing e da propaganda

Enviado por Redação em 19 de abril de 2010, às 16:13:06

O futuro do marketing e da propaganda está nos jovens profissionais e nos alunos nas universidades, que são os portadores das mensagens que caracterizam o bom marketing, tanto na teoria quanto na prática. É o que afirmou José Roberto Whitaker Penteado, presidente da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em entrevista à página Estado de Ideias. Diretor do primeiro curso regular de marketing do Brasil, tendo exercido funções executivas em empresas brasileiras e multinacionais, além de ser jornalista, colaborador em muitas publicações, professor, consultor e escritor, José Roberto está com vinda para Fortaleza agendada, para a nova edição do Comunicar, de 12 a 14 de maio no Centro de Convenções da cidade.

Mas as empresas tem investido em marketing, afinal? De acordo com a pesquisa feita pela Associação Brasileira de Marketing e Negócios (ABMN), em conjunto com o IBOPE Inteligência, a resposta é positiva. Da teoria para a prática, o estudo "A Área de Marketing no Brasil", divulgado no ano passado, defendeu que a preocupação nesse tipo de investimento tem sido a maior dos últimos três anos. Segundo os dados apresentados, 94% dos participantes informaram que quase todas as ações e decisões da área de marketing tem grande impacto no faturamento e na direção estratégica da empresa.

José Roberto vem reafirmar essa tendência. O presidente afirma que vivemos em uma época de valorização da correta aplicação das técnicas e métodos de marketing na realidade cultural brasileira. "Há três ou quatro décadas perdíamos muito tempo tentando adaptar - e até copiar - os modelos e técnicas dos países desenvolvidos, sobretudo os Estados Unidos, com resultados nem sempre eficazes. De lá pra cá, formaram-se novas gerações com conhecimentos e competências que nós nem sonhávamos naqueles tempos", acrescenta.

No meio de tantas teorias e aplicações, José Roberto acredita que a receita é simples, seja para as grandes ou pequenas empresas. "Embora os conhecimentos que o profissional de marketing deve adquirir para ser competente sejam relativamente complexos, costumo dizer em sala de aula que suas técnicas são relativamente simples e passíveis de adaptar até a um pequeno negócio", defende. É aí que entra a importância da formação. "O ensino superior é, possivelmente, a área mais estratégica de todas para o Brasil ocupar o lugar que lhe pertence no futuro. Devemos, contudo, nos livrar de muito ranço do passado, muito academicismo inútil e burocrático. Nossa missão é, sobretudo, ensinar a fazer e a fazer bem feito", destaca.

 

IPI prorrogado mais uma vez

Enviado por Redação em 15 de abril de 2010, às 16:36:49



Nesta quinta-feira o governo anunciou, através de comunicado do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - prorrogada anteriormente para o primeiro semestre desse ano - será válida até 31 de dezembro.

De acordo com Mantega, o objetivo é evitar pressão inflacionária sobre os produtos beneficiados pela redução, uma vez que os consumidores estão concentrando as compras para aproveitar o benefício, o que vem gerando pressão sobre a oferta dos produtos - com alguma alta de preços.

"A construção civil é um negócio de médio prazo. As compras podem ser feitas ao longo de um tempo maior", argumentou o ministro, que não quis estimar qual será o tamanho da renúncia fiscal, mas acha que não será muito maior do que se a medida fosse mantida até junho, uma vez que as compras serão diluídas até o final do ano.

 

« Anterior  1  2  3  4  5  6  7  Próximo »

nossos clientes

Conheça nosso portfolio e nossos clientes.



arquivo

categorias

siga ::